O acúmulo de lixos e entulhos em terrenos baldios é o reflexo da falta de conscientização da população.
Em alguns bairros de Maringá, esses terrenos se tornaram depósitos de mobílias velhas.
Mas estes não foram os únicos tipos de resíduos encontrados. Na Rua Euclides Cordeiro da Silva - Jardim Paulista - há um terreno que mais parece um depósito de lixo. Garrafas, televisores, lixo doméstico e papeis são alguns dos materiais a vista.
O representante de vendas, Rhaide Galla, reside ao lado desse terreno e revela que o maior problema são os ratos. E acredita que são alguns residentes do próprio bairro os culpados pelo “lixão”:
O secretário de serviços públicos, Vagner Mússio, diz que as pessoas flagradas despejando lixos ou entulhos em terrenos impróprios serão multadas.
E apresenta ainda, alternativas para que essa irregularidade não continue - ouça abaixo:
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A tecnologia na rádio CBN

Diego Fernandes e Luiz Henrique Alves
A sociedade avança devido às revoluções tecnológicas. As mídias, por estarem inseridas nesta sociedade, acompanham esse processo. Mas o que mudou – e não mudou - nos últimos anos em uma empresa de comunicação? Escolhemos a editora chefe, Elci Nakaruma, a repórter, Luciana Pena, e a produtora, Carina Bernanrdino, da rádio CBN para dar essa resposta.
Editora chefe – Elci Nakamura
Qual é o perfil de repórter que você quer na rádio nos próximos cinco anos?
Editora chefe – Elci Nakamura
Qual é o perfil de repórter que você quer na rádio nos próximos cinco anos?
Um profissional que duvide, que questione sempre e nunca aceite a primeira informação como verdadeira. O jornalista tem que desenvolver o seu “faro” para discernir o que é notícia e vale divulgar para o ouvinte e o que é factóide e autopromoção.
Como seria uma redação ideal, um jornalista mais novo com uma mais velho ou só novos?
A integração entre os jovens e os mais velhos é bastante saudável em uma redação. A vontade de aprender e a ousadia dos novos junto com a experiência e capacidade de discernimento dos mais velhos podem resultar em um interessante equilibro para o bom trabalho numa redação.
Que tipo de conhecimento é mais importante (para trabalhar na CBN)?
Um jornalista não pode nunca achar que sabe o suficiente. É preciso manter acesa a ânsia de saber mais, conhecer mais, experimentar mais. É fundamental gostar de ler. Quem lê tem vocabulário, e quem tem vocabulário consegue escrever um bom texto.
O que não deve mudar?
Profissionais comprometidos com a missão de informar com responsabilidade, ter humildade para reconhecer as falhas e aceitar as críticas e ter a mente aberta para as mudanças.
Luciana Peña – Repórter
Sua rotina mudou com a multimídia?
Sim, mudou e muito! Comecei a trabalhar com máquina de escrever e hoje é tudo pelo computador. Mas tudo ficou mais fácil. Antes, eu perdia muito tempo procurando telefones na lista telefônica, por exemplo, agora busco informações dos entrevistados na web.
Você teve que desenvolver novas habilidades para trabalhar com esse novo formato?
Tive que aprender as técnicas de informática e a trabalhar com novos programas, principalmente com os de edições.
Agora que tudo é mais rápido, ainda se persegue “o furo”?
Ainda tem “o furo”, sim, mas é difícil. Nunca se sabe quem realmente deu a notícia primeiro. O mais importante é prezar pela qualidade do que se produz.
A pauta ficou mais complexa?
Não é que ficou mais complexa. Hoje é preciso tomar decisões rápidas, ser criterioso e saber o que vale e o que não vale a pena tratar.
O jornalismo de opinião e mais analítico vai voltar?
Ele nunca deixou de existir. Ainda temos revistas e jornais que estimam isso. A CBN, por exemplo, sempre busca isso nas entrevistas e com participações de especialistas nos assuntos abordados.
Carina Bernardino – Produtora
A produção é feita na mesma velocidade de antes?
Eu diria que não. Assim, como o avanço das multimídias, o trabalho também teve sua evolução. As tarefas triplicaram, pois além de utilizarmos todas as mídias, temos ainda que manuseá-las com certo diferencial, com criatividade. No meu caso, quando digito uma matéria, eu já tenho que pensar em um título atrativo que também será divulgado no twitter, e ainda prestar atenção na programação da rede (Sistema Globo de Rádio/ CBN São Paulo), enquanto ouço e transcrevo a entrada do repórter ao vivo para postar no site e atendo as mensagens dos ouvintes pelo twitter, celular (SMS), pelo telefone e faço a ronda pelo outros sites.
Existe pressão para fazer mais coisas além do que já se fazia?
Eu costumo dizer que a pressão é própria e única do profissional. Ninguém gosta de ser o último a dominar ou utilizar uma nova tecnologia. É claro que com o surgimento das novas mídias aumenta também a cobrança por resultados. Mas, elas não são diretas da chefia, mas do compromisso que a pessoa assume com a atividade que desempenha. As mídias se tornam aliadas de quem quer desenvolver um bom trabalho e, consequentemente, de quem quer evoluir e crescer com elas.
O que se pode aprender com a antiga geração? E o contrário?
De que o aperfeiçoamento é necessário e que os valores são únicos. Já os mais velhos aprendem a se “restaurar” diariamente, senão ficam para trás.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Modelo - Jornal Informação Zona 7
Modelo de jornal criado por Diego Fernandes, Francisco Júnior, Letícia Nogarolli e Luiz Henrique Alves.
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Luiz Henrique
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
ANTENOR SANCHES, A HISTÓRIA DE UM PIONEIRO

Há cerca de um ano, eu tive o privilégio de conhecer a figura de um simpático senhor chamado Antenor Sanches. Ele nasceu em 1927, em Santa Catarina e mora em Maringá há 60 anos, se apaixonou pela cidade e nunca mais saiu.
Aqui Antenor casou-se com Lucrécia Vareschini e tiveram seis filhos, todos maringaenses. Ele começou trabalhando como corretor de terras, mais tarde se tornou funcionário público, exercendo vários cargos políticos, até se aposentar na administração do prefeito Said Ferreira.
Um dia ele me contou que foi ele quem teve a idéia de fazer uma campanha, para a cidade adotar o cognome de “Cidade Canção”. A iniciativa surgiu quando Antenor ainda trabalhava como secretário de administração na prefeitura. Foi quando ele recebeu uma carta solicitando dados estatísticos sobre a cidade, onde dizia: “quero conhecer melhor a cidade que nasceu de uma canção...”
Ele também me disse que tem mania de fazer recortes de jornais e revistas, desde pequeno, e sempre afirma “recortar é viver”. É a maneira que este pioneiro encontrou de arquivar o tempo, para assim poder revisá-lo sempre que necessário.
Hoje Antenor trabalha para manter viva a história dos nossos pioneiros e deixar para a posteridade, a oportunidade de conhecer suas raízes. Para este pretendente de jornalista que aqui escreve, Antenor Sanches é uma pessoa digna de todo o respeito e admiração.
Com seus 82 anos, ele ainda luta por tudo aquilo que acredita, servindo de exemplo para todas as gerações.
Luiz Henrique de Jesus Alves
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O CRISTO É UM ATLETA
O Brasil está deslumbrado com as olimpíadas de 2016. A alegria é tanta, que todos aparentam ter a tocha olímpica nas mãos. Fiquei preocupado com todo esse alvoroço e não consegui dormir, então levantei da cama e fui caminhar em Ipanema.
O relógio já marcava 04h30min da manhã, era tão cedo que encontrei o Cristo Redentor fazendo seu aquecimento à beira-mar. Não quis incomodá-lo, apenas acenei com a mão e continuei caminhando.
Tudo me parecia confuso e eu ainda estava muito intrigado. Problemas que se arrastam há anos como de trânsito, saneamento básico e violência, agora estavam sendo tratados com bastante simplicidade e simpatia.
De repente, tudo ficou muito fácil de ser resolvido. Agora não faltam mais verbas, pois já temos bilhões garantidos para essa empreitada.
Amanhã vou incomodar o Cristo, e pedir para que ele realize campeonatos mundiais, em todas as cidades do Brasil.
LUIZ HENRIQUE DE JESUS ALVES
O relógio já marcava 04h30min da manhã, era tão cedo que encontrei o Cristo Redentor fazendo seu aquecimento à beira-mar. Não quis incomodá-lo, apenas acenei com a mão e continuei caminhando.
Tudo me parecia confuso e eu ainda estava muito intrigado. Problemas que se arrastam há anos como de trânsito, saneamento básico e violência, agora estavam sendo tratados com bastante simplicidade e simpatia.
De repente, tudo ficou muito fácil de ser resolvido. Agora não faltam mais verbas, pois já temos bilhões garantidos para essa empreitada.
Amanhã vou incomodar o Cristo, e pedir para que ele realize campeonatos mundiais, em todas as cidades do Brasil.
LUIZ HENRIQUE DE JESUS ALVES
domingo, 29 de novembro de 2009
GOLIAS VENCE DAVI

A batalha entre o gigante Golias e o valente Davi voltou a acontecer. Mas desta vez Golias tomou a forma de um caminhão e Davi, de uma motocicleta. O combate não foi premeditado, porém ambos se armaram cada qual com seu erro.
Davi montou seu cavalo-de-aço que o conduzia pela cidade, mais do que era conduzido, ou seja, era o cavalo quem mostrava a direção ao cavaleiro. Este havia ingerido uma grande quantidade de algum elixir.
Já o guerreiro Golias, se armou de sua locomotiva-do-asfalto e seguiu pela rua sem qualquer intenção de lutar. Ele estava sóbrio e bem protegido, poucos ousariam desafiá-lo, porém trazia consigo uma arma destrutiva, a imprudência.
O destino armou para eles uma revanche e o local escolhido, uma encruzilhada, localizada na zona central da cidade. O choque entre ambos foi inevitável, o testemunho de quem presenciou tudo, foi importante para o conhecimento de todos.
Desta vez Golias venceu Davi, mas neste caso, os adversários terão que pagar pelo mau uso de suas armas, cada um deles terá sua penitência. Se tudo isso não servir de lição, haverá outros confrontos iguais a este e ninguém sabe quem será o vencedor!
JORNALISMO ESTILO LIVRE, Luiz Henrique de Jesus Alves
sábado, 28 de novembro de 2009
RESPOSTA PARA UM AMIGO
RESPOSTA PARA UM AMIGO
Uma vez um amigo me questionou,
o porquê da minha preocupação.
Disse a ele que o amava
e o carregava no coração.
Aqueles que amamos,
do nosso corpo se tornam extensão.
Portanto aquilo que os fere,
ferimentos nos trarão!
Luiz Henrique de Jesus Alves
Uma vez um amigo me questionou,
o porquê da minha preocupação.
Disse a ele que o amava
e o carregava no coração.
Aqueles que amamos,
do nosso corpo se tornam extensão.
Portanto aquilo que os fere,
ferimentos nos trarão!
Luiz Henrique de Jesus Alves
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