quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ANTENOR SANCHES, A HISTÓRIA DE UM PIONEIRO


Há cerca de um ano, eu tive o privilégio de conhecer a figura de um simpático senhor chamado Antenor Sanches. Ele nasceu em 1927, em Santa Catarina e mora em Maringá há 60 anos, se apaixonou pela cidade e nunca mais saiu.
Aqui Antenor casou-se com Lucrécia Vareschini e tiveram seis filhos, todos maringaenses. Ele começou trabalhando como corretor de terras, mais tarde se tornou funcionário público, exercendo vários cargos políticos, até se aposentar na administração do prefeito Said Ferreira.
Um dia ele me contou que foi ele quem teve a idéia de fazer uma campanha, para a cidade adotar o cognome de “Cidade Canção”. A iniciativa surgiu quando Antenor ainda trabalhava como secretário de administração na prefeitura. Foi quando ele recebeu uma carta solicitando dados estatísticos sobre a cidade, onde dizia: “quero conhecer melhor a cidade que nasceu de uma canção...”
Ele também me disse que tem mania de fazer recortes de jornais e revistas, desde pequeno, e sempre afirma “recortar é viver”. É a maneira que este pioneiro encontrou de arquivar o tempo, para assim poder revisá-lo sempre que necessário.
Hoje Antenor trabalha para manter viva a história dos nossos pioneiros e deixar para a posteridade, a oportunidade de conhecer suas raízes. Para este pretendente de jornalista que aqui escreve, Antenor Sanches é uma pessoa digna de todo o respeito e admiração.
Com seus 82 anos, ele ainda luta por tudo aquilo que acredita, servindo de exemplo para todas as gerações.

Luiz Henrique de Jesus Alves

Deu Brasil...


Barack Obama bem que tentou, mas não foi desta vez que sua popularidade falou mais alto. Ou talvez Lula deva ser realmente "O Cara".
Afinal nem o presidente dos E.U.A., nem a esposa Michelle e muito menos Oprah Winfrey brilhou. Desta vez deu Brasil. O Rio de Janeiro foi o centro das atenções e não mais pelos crimes organizados, mas porque será o altar das Olimpíadas em 2016.
Naquela sexta feira tudo parou naquela cidade para acompanhar a disputa, julgaram essa atitude como vagabundagem, mas não, eu definiria como "Patriotismo" - A alegria pelo país ser escolhido para sediar pela segunda vez um evento mundial, poder receber atletas de todos os cantos do planeta, o país ser divulgado em todos os veiculos de comunicação do mundo, sem contar os turistas e nos visitarão e gastarão. QUE MARAVILHA!!!

Quem sabe depois de tudo isso , eles lembrem de investir um pouco na educação, mas só depois, afinal há muito o que se precuparaté lá e também não há dinheiro agora, só depois.


Diana Akemi Nabeya

Antônio Mauro Marroni, apaixonado por motos


Antônio Mauro Marroni, nasceu em uma pequena cidade do interior de São Paulo chamada São Simão. Morando atualmente em Maringá (PR) este senhor de 73 anos, empresário aposentado, casado, com dois filhos e 4 netos, passa a maior parte de seu tempo, supervisionando a construção de uma casa com o dinheiro da aposentadoria. Tem uma vida pacata como de todos da sua idade, apenas com um porem, seu Mauro como é chamado, gosta de andar de moto, viajar, passear, quase tudo sobre duas rodas, um detalhe importante, a moto não é pequena, se trata de uma Intruder LC 1500cc, uma moto muito pesada, e uma das maiores e mais rápidas deste modelo.
Seu Mauro é apaixonado por motos, desde os 12 anos quando, ao ver o vizinho andando de moto, e foi surpreendido quando este, lhe fez a tentadora oferta: “ você não quer dar uma volta?”.
A primeira moto que andou foi uma Douglas 600cc, depois disso pegou de vez gosto por duas rodas, e quando morava em Londrina (PR) antes dos 16 anos, vendeu um terreno para comprar uma lambreta. Quando casou, só tinha uma moto como meio de locomoção, então ele a esposa e os filhos tinham que andar de moto, trabalhava com a moto, chegando a andar em média por dia 150km pela região de Maringá, para conseguir clientes para a gráfica que abriu na cidade. O empresário já teve várias motos, grandes e pequenas, como Suzuki 185cc, CB 400cc, entre outras, e quem acha que ele nunca caiu, para perder o gosto de andar se engana, Antônio confessa: “Já tomei muitos tombos. Em uma batida com outra moto tive várias fraturas”.
Hoje mais de 60 anos após do início da paixão por motos, seu Mauro já viajou para muitos lugares, em passeios, e a trabalho, lugares como: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Balneário Camboriú, Campinas, Foz do Iguaçu entre outras cidades. Agora sem muito tempo para viajar por causa da construção que esta fazendo, Antônio Mauro ainda faz planos de ir para Guaíra, em sua grande e pesada Intruder LC, para em mais uma viajem “alimentar” este amor por duas rodas, que como ele diz: “Comecei a gostar de moto, e esse gosto nunca mais se apagou”, provando que a moto esteve e vai estar ao lado dele por toda a vida.


Renan de Paiva Marroni

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A ida ao mercado, tem suas histórias

Ontem, fui ao mercado municipal junto com minha mãe e meu irmão gêmeo, o Lucas. Nós estávamos muito felizes, pois minha mãe nos prometeu comprar um sorvete, eu não via a hora desse momento chegar.
Saímos de casa apressados, pois tínhamos que pegar o ônibus para chegarmos ao nosso destino. A condução estava lotada, “nossa quanta gente tem aqui hoje!”, nunca tinha visto aquele ônibus tão cheio. Pessoas diferentes, estilos diferentes, mas, uma pessoa em especial me chamou atenção, uma menina que estava sentada no banco ao meu lado. Ela usava um vestido cor-de-rosa, segurava uma boneca Emília, o perfume que ela usava era cheiroso, tinha um cheiro doce, parecia chicletes.
Algum tempo depois, chegamos ao mercado. Minha mãe foi fazer as compras dela e logo em seguida estávamos indo em direção a tão sonhada “Loja de Sorvete”. Eram tantos sabores que nós não sabíamos qual escolher. “Olha Leandro, quantos sorvetes. Eu quero todos! E você?”, meu irmão falou encantado. Depois de muito tempo, enfim escolhemos. Em homenagem à menina do ônibus escolhi o sabor de chicletes e chocolate. Já meu irmão preferiu o de morango e o de uva.
Estávamos muito felizes, pegamos nossos sorvetes e continuamos as compras junto com minha mãe. Paramos em uma barraca cheia de frutas, nunca tinha visto tantas juntas. Uma mais bonita que a outra, tinha muitas cores, vermelha, amarela, laranja e verde. Nossa e como elas tinham um cheiro gostoso, pedi para minha mãe comprar uma fruta que eu nunca tinha visto antes, parecia que ela tinha uns “pelinhos” por fora, e por dentro ela era verde, essa fruta foi a mais gostosa que experimentei ali naquela banca, tinha um sabor adocicado e ao mesmo tempo um pouco azedinho, “Uma delícia!”.
Depois das compras e depois do sorvete, meu pai foi nos buscar, ele estava trabalhando, parecia cansado. Então fomos o caminho inteiro contando para ele como foi nossa aventura no mercado municipal e tentando explicar a ele o sabor de cada fruta que provamos e principalmente, dizendo a ele que teríamos que voltar lá novamente, dessa vez em sua companhia, para saborear novamente aquele sorvete delicioso.

Mariama Pacífico.

Aromas e cores atraem visitantes


Em meio a tantas cores, texturas, aromas e sabores, o Mercado Municipal, recentemente inaugurado em Maringá tem, acima de tudo, a imensa variedade de produtos vindos dos mais diversos lugares, fazendo os visitantes relembrarem suas raízes.

O movimento de pessoas comprando ou até mesmo passeando pelos corredores é o que faz a diferença no armazém. No mercado se pode voltar no tempo, uma vez que o público mais presente são os idosos que descobriram um novo lugar para as compras ou para o passeio do fim de tarde. Reúnem-se para uma boa conversa e aproveitam para levar para casa produtos fresquinhos. “Agora com o mercado municipal, posso garantir todo dia frutas, verduras, peixes e queijos fresquinhos para os netos”, diz, sorridente, um senhor na banca de peixes.

Os preços são agradáveis e inúmeros os produtos ofertados. O movimento é grande, porém o que desperta atenção nos visitantes que por ali passam é o cheiro que exala das bancas de hortifruti e que percorre os corredores. A mistura de diversas frutas e verduras atrai os clientes para os boxes. O aroma e o colorido dão vida ao mercado. É possível encontrar da mais simples a mais sofisticada fruta ou verdura, sem contar que são fresquinhas e com uma aparência vistosa.

São elas que dão uma certa beleza e “convidam” os consumidores a levar para casa pelo menos uma sacola. Ninguém vai embora sem comprar ou consumir os itens expostos nas bancas e na praça de alimentação. “A satisfação é o que queremos despertar nas pessoas e a certeza de que aqui podem encontrar produtos diferentes”, conta a proprietária de um dos boxes de hortifruti.

O amarelo do pimentão, o roxo da uva, o verde da couve, o vermelho do morango, o laranja da cenoura e todas as misturas de cores e cheiros deixam o armazém mais alegre e produzem comentários por quem passeia pelos corredores. “Olha quanta fruta bonita, e o cheiro desse pêssego então”, comenta uma senhora que passa pelo Box 32.



Fernanda Mantelo

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Liberdade,Liberdade?!

Em que século estamos?Vivemos em um país que diz lutar para acabar com o preconceito que busca a igualdade social,mas por que ao invés de seguir para o futuro estamos voltando no tempo?
No dia 22 de outubro uma aluna da Universidade Bandeirantes em São Bernardo do Campo (SP) Geisy Arruda foi humilhada pelos alunos da instituição por usar um vestido curto.Cadê nossa liberdade de expressão?
O governo busca fazer trabalhos para acabar com o preconceito,mas isso nem sempre é o suficiente a aluna Geisy é um exemplo claro de que temos muito que aprender sob o preconceito e a liberdade de se expressar.
Não se faz um país com pessoas que não respeita o Próximo onde se dita tanta regra de comportamento e o que realmente falta é saber como se comportar.
A agressão não é apenas física,pode ser verbal que às vezes dói ,mas do que a física,Geisy foi mais uma de tantas alunas que sofre preconceito nas escolas.
Francieli C.Arcas

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Oportunidade Olímpica


O Rio de Janeiro tem esperança de que, diferente do que aconteceu no Pan-Americano, todos os investimentos das Olimpíadas de 2016 permaneçam ativos e tragam melhorias para a cidade.
São visíveis as vantagens que os jogos já trazem para o País. Desde a escolha da cidade no dia 2, muitos bancos demonstraram interesse em instalar escritórios no Rio. O evento atrai investimentos e consolida a confiança no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro.
Será gasto na infraestrutura um total de U$11,1 bilhões em obras de transporte, saneamento, energia, segurança, instalações esportivas, centro de imprensa, entre outros. Tudo isso continuará na vida do carioca quando os jogos acabarem.
As Olimpíadas de 2016 é a grande oportunidade do Rio de Janeiro mostras o porque é chamado de Cidade Maravilhosa.

Yara Marchini

O CRISTO É UM ATLETA

O Brasil está deslumbrado com as olimpíadas de 2016. A alegria é tanta, que todos aparentam ter a tocha olímpica nas mãos. Fiquei preocupado com todo esse alvoroço e não consegui dormir, então levantei da cama e fui caminhar em Ipanema.
O relógio já marcava 04h30min da manhã, era tão cedo que encontrei o Cristo Redentor fazendo seu aquecimento à beira-mar. Não quis incomodá-lo, apenas acenei com a mão e continuei caminhando.
Tudo me parecia confuso e eu ainda estava muito intrigado. Problemas que se arrastam há anos como de trânsito, saneamento básico e violência, agora estavam sendo tratados com bastante simplicidade e simpatia.
De repente, tudo ficou muito fácil de ser resolvido. Agora não faltam mais verbas, pois já temos bilhões garantidos para essa empreitada.
Amanhã vou incomodar o Cristo, e pedir para que ele realize campeonatos mundiais, em todas as cidades do Brasil.

LUIZ HENRIQUE DE JESUS ALVES