
Antônio Mauro Marroni, nasceu em uma pequena cidade do interior de São Paulo chamada São Simão. Morando atualmente em Maringá (PR) este senhor de 73 anos, empresário aposentado, casado, com dois filhos e 4 netos, passa a maior parte de seu tempo, supervisionando a construção de uma casa com o dinheiro da aposentadoria. Tem uma vida pacata como de todos da sua idade, apenas com um porem, seu Mauro como é chamado, gosta de andar de moto, viajar, passear, quase tudo sobre duas rodas, um detalhe importante, a moto não é pequena, se trata de uma Intruder LC 1500cc, uma moto muito pesada, e uma das maiores e mais rápidas deste modelo.
Seu Mauro é apaixonado por motos, desde os 12 anos quando, ao ver o vizinho andando de moto, e foi surpreendido quando este, lhe fez a tentadora oferta: “ você não quer dar uma volta?”.
A primeira moto que andou foi uma Douglas 600cc, depois disso pegou de vez gosto por duas rodas, e quando morava em Londrina (PR) antes dos 16 anos, vendeu um terreno para comprar uma lambreta. Quando casou, só tinha uma moto como meio de locomoção, então ele a esposa e os filhos tinham que andar de moto, trabalhava com a moto, chegando a andar em média por dia 150km pela região de Maringá, para conseguir clientes para a gráfica que abriu na cidade. O empresário já teve várias motos, grandes e pequenas, como Suzuki 185cc, CB 400cc, entre outras, e quem acha que ele nunca caiu, para perder o gosto de andar se engana, Antônio confessa: “Já tomei muitos tombos. Em uma batida com outra moto tive várias fraturas”.
Hoje mais de 60 anos após do início da paixão por motos, seu Mauro já viajou para muitos lugares, em passeios, e a trabalho, lugares como: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Balneário Camboriú, Campinas, Foz do Iguaçu entre outras cidades. Agora sem muito tempo para viajar por causa da construção que esta fazendo, Antônio Mauro ainda faz planos de ir para Guaíra, em sua grande e pesada Intruder LC, para em mais uma viajem “alimentar” este amor por duas rodas, que como ele diz: “Comecei a gostar de moto, e esse gosto nunca mais se apagou”, provando que a moto esteve e vai estar ao lado dele por toda a vida.
Renan de Paiva Marroni
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