terça-feira, 22 de junho de 2010

Empresas e moradores contribuem com a poluição do Córrego Mandacaru

O tempo passa e os responsáveis pela poluição do Córrego não são “encontrados”

Afluente do Ribeirão Maringá, o Córrego Mandacaru corta parte da cidade de Maringá, sendo sua nascente na parte mais baixa da Avenida Colombo e desembocando no próprio Ribeirão.

Visitando parte da bacia é fácil perceber que há muito tempo não passa fiscalização alguma por ali. O rio está sendo alvo de poluição causada não só pelos moradores, mas também por empresas que não tem sistema de tratamentos de efluentes, como lava-jatos, lavanderias e postos de combustíveis. O lixo e o mau cheiro de esgoto sem tratamento estão tomando conta do lugar e a água está cada vez mais escura, principalmente quando chove, conta um dos moradores. Ouça abaixo a entrevista.



Veja imagens do estado de descaso no Córrego Mandacaru
Córrego Mandacaru

Duas famílias residem na beira do rio e muitas outras nas redondezas. Os vestígios da poluição são humanos, é notável que o lixo começa na parte humanizada e chega até o córrego. “Eu calculo que os moradores daqui não ajudam a poluir o rio. Eu calculo que são as empresas que poluem. Tanto é que todo o esgoto cai ali, o lixo da rua cai ali”, conta o morador Josuel Nascimento. Acompanhe abaixo.



A nascente do rio está em melhor conservação, há algum tempo foram feitas recomposições da vegetação, mas ao ultrapassar a mata ciliar, é visível o agravante do problema. O lixo que pode visto no córrego vai desde sacola plástica, caixa de leite, garrafas, frutas, fraldas descartáveis até brinquedos e sapatos velhos. Todos esses entulhos vão se acumulando e tomando conta da água e da vegetação. “A poluição é resultado de um conjunto de práticas que estão articulados com os comportamentos sociais. Assim, quem polui não é somente um indivíduo dentro do sistema, mas o próprio modo de operar das pessoas dentro do sistema”, explica o professor de Geografia da UEM, Jorge Villalobos. E ainda complementa “Cabe a todo e qualquer homem a atitude de fiscalizar o lixo depositado no córrego” (Leia nossa opinião sobre o assunto).

A Secretaria do Meio Ambiente diz já ter tomado as devidas providências, mas não é isso que notamos ao olhar a situação do rio. O principal trecho poluído está na Zona 7. Veja nas fotos, a situação que o Córrego Mandacaru se encontra.

As pessoas ou empresas que forem pegas poluindo o Córrego serão notificadas e em casos de reincidências os infratores serão multados e deverão se regularizar com a Secretaria do Meio Ambiente. Quando constatada a poluição é dever do infrator retirar o lixo do local, mas segundo o secretario Sergio Viotto, Maringá só tem três fiscais para fiscalizar todos os focos de poluição da cidade.

É preciso pensar na restauração da natureza e na melhor condição das águas. É preciso que as pessoas se conscientizem que estão prejudicando o meio ambiente com atitudes que poderiam ser evitadas. Lugar de lixo não é na beira do rio.

Essa situação virou um jogo de empurra. A prefeitura diz que os poluidores são os moradores e empresas. Os moradores da margem do rio dizem que quem deposita os lixos são as empresas. E os moradores das redondezas dizem que são os moradores da beira do córrego. E quem sofre com isso é a natureza e consequentemente todo o ser humano.


Veja reportagem de Mariama Pacífico com o ambientalismo Jorge Villalobos



Acompanhe entrevista realizada por Natalia Vasconcelos

Falta de consciência gera poluição

Mariama Pacífico

Poluição: “Ato de poluir. Degradação das características químicas e físicas de um ecossistema. Conseqüência do ato de sujar, corromper e degradar, no sentido físico ou não”. São esses os significados encontrados para a palavra poluição no dicionário da Língua Portuguesa. E são exatamente essas características que são encontradas à beira do Córrego Mandacaru. Colchões, pedaços de sofá e latas de óleo são alguns dos objetos que podem ser vistos nas margens. O que predomina nesse ambiente é o mau cheiro causado pelo esgoto, sem tratamento algum. Os objetos encontrados revelam que há algum tempo não passa fiscalização alguma pelo rio, fazendo com que os detritos se acumulem cada vez mais. Ao mesmo tempo, a cor da água e a espuma encontradas nos trazem a mesma conclusão. Caminhando pela extensão do Córrego é possível ouvir os animais que vivem por ali e observar árvores verdes, de diferentes formas e tamanhos, mas infelizmente o que mais chama atenção nessa paisagem, não é a natureza, mas sim o lixo presente desde a parte mais humanizada até lá em baixo. Fica evidente a falta de informação e conscientização das pessoas. Será que não pensam no futuro? Até onde querem chegar? A água que estamos poluindo hoje é a mesma água que mais tarde iremos consumir, por isso é nosso dever preservá-la. Será que quando nos desfazemos daquilo que não nos é útil e deixamos em qualquer lugar, sabemos quais as conseqüências disso? Quando o homem polui seria por ignorância, falta de conscientização ou simplesmente um descaso? As três situações são preocupantes. A mãe natureza está se voltando contra o homem. Enchentes aqui. Desmatamentos lá. É fácil julgar quando o problema está ao lado. Mas, quando chega até nós, parece que o problema se torna muito maior e mais grave do que o do vizinho. É preciso buscar conhecimento ou apenas esperar que alguém chame atenção ao que está acontecendo? Não é apenas um indivíduo que mudará por completo essa situação, mas a partir dele, é que a diferença vai acontecer. É dever não apenas de um indivíduo, mas da sociedade por completa cuidar de um patrimônio que é de todos e fará falta quando tudo se extinguir. É preciso mudar o modo que estamos vivendo, antes que nosso futuro não aconteça.

sábado, 19 de junho de 2010

Praça da Catedral – Turismo, Lazer e Cultura

Localizada na Avenida Tiradentes, Zona 02 de Maringá, a Praça da Catedral é o maior point de movimento e lazer gratuito da cidade nos fins de semana.

Os frequentadores se diversificam entre jovens, crianças, idosos e famílias que fazem do local um ponto de encontro para realizar os mais diversos programas, ou até mesmo passar momentos tranquilos frente à bela vista da Igreja Basílica Menor Nossa Senhora da Glória. Para o grupo de rock, Conexão Hardcore, a área serve para os integrantes ensaiarem e até mesmo como palco de singelas apresentações. “Seria legal se fosse realizado um evento para bandas. Para mim, é isso que falta”, reivindica o estudante Marlon da Silva.

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Veja mais imagens clicando aqui

Recentemente a prefeitura definiu a restrição do estacionamento da praça para o uso exclusivo de pedestres e ciclistas. Aos sábados, o espaço é fechado após a última missa, às 20h30, e liberado na manhã de domingo às 6 horas, voltando a ser fechado para veículos às 12h30 de domingo e reaberto às 6 horas da segunda-feira.

A medida agradou à comunidade e comerciantes que vinham sendo prejudicados com o barulho provocado pelo som alto dos carros e algazarra dos jovens. O vendedor de raspadinhas, Adriano Barison, destaca que a iniciativa colaborou para o aumento do movimento e a presença de famílias aos redores da Catedral. “O nível está muito bom agora. Não tem mais aquele arruaceiro de antes”, finaliza.

Confira o vídeo do Grupo Muzenza de Capoeira. Eles se apresentam mensalmente na Praça da Catedral.


Ouça a entrevista concedida por um dos integrantes do grupo Conexão Hardcore e do Comerciante Adriano Barison:

Preservação

A quantidade de lixeiras disponíveis na Praça da Catedral não suportam a demanda de lixo. A maioria dos usuários acabam poluindo o ambiente, jogando garrafas, latas e sacos plásticos no chão. As poucas lixeiras existentes transbordam durante os finais de semana, isto porque as pessoas que utilizam o espaço trocam as praças de seus bairros, que na maioria das vezes possui más condições de uso, por um local mais agradável. Mas o que realmente acontece, é que o ambiente fica poluído se não houver a conscientização das pessoas em fazer a sua parte para manter a limpeza do local.

Antigamente a Praça possuía espelhos d’água, chafariz e fontes luminosas à sua volta, que eram atrativos para a cidade. Com o tempo, esses itens foram degradados por alguns frequentadores e hoje já não estão mais ativos para o público.

Ela está localizada na Zona 02, região central, próxima ao Parque do Ingá e também do Terminal Rodoviário, isso explica a grande quantidade de visitantes. Não são apenas maringaenses, mas moradores de toda a região e de outras localidades, que querem conhecê-la, pois é um ponto turístico de fácil acesso. Mas se não houver a colaboração de todos, em breve este cartão-de-visitas será extinto.





quinta-feira, 17 de junho de 2010

Terrenos em Maringá viram depósitos de lixo

O acúmulo de lixos e entulhos em terrenos baldios é o reflexo da falta de conscientização da população.
Em alguns bairros de Maringá, esses terrenos se tornaram depósitos de mobílias velhas.



Mas estes não foram os únicos tipos de resíduos encontrados. Na Rua Euclides Cordeiro da Silva - Jardim Paulista - há um terreno que mais parece um depósito de lixo. Garrafas, televisores, lixo doméstico e papeis são alguns dos materiais a vista.

O representante de vendas, Rhaide Galla, reside ao lado desse terreno e revela que o maior problema são os ratos. E acredita que são alguns residentes do próprio bairro os culpados pelo “lixão”:



O secretário de serviços públicos, Vagner Mússio, diz que as pessoas flagradas despejando lixos ou entulhos em terrenos impróprios serão multadas.
E apresenta ainda, alternativas para que essa irregularidade não continue - ouça abaixo:

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A tecnologia na redação da MultiTV

Para conhecer a influência das tecnologias no cotidiano de um veículo de comunicação, nada como começar com uma entrevista por email. A tecnologia em prol da tecnologia.
Abordando um editor e um repórter de um meio de comunicação para conhecer o dia-a-dia da redação e como isso mudou com o advento da tecnologia.
Nas palavras do editor chefe da MultiTV, Edson Tarram, as modernidades da comunicação mudaram completamente a rotina da redação. O chefe acredita na necessidade dos recém formados detentos do domínio tecnológico e dos veteranos defensores e proprietários do conteúdo teórico e crítico.
Para o repórter Giuliano Biondi, o diploma não significa o fim. "Ainda sou novo, acabei de me formar e sei que tenho muito o que aprender. Na verdade, sei que terei o que aprender a vida inteira", conclui.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

A tecnologia na rádio CBN



Diego Fernandes e Luiz Henrique Alves


A sociedade avança devido às revoluções tecnológicas. As mídias, por estarem inseridas nesta sociedade, acompanham esse processo. Mas o que mudou – e não mudou - nos últimos anos em uma empresa de comunicação? Escolhemos a editora chefe, Elci Nakaruma, a repórter, Luciana Pena, e a produtora, Carina Bernanrdino, da rádio CBN para dar essa resposta.


Editora chefe – Elci Nakamura

Qual é o perfil de repórter que você quer na rádio nos próximos cinco anos?

Um profissional que duvide, que questione sempre e nunca aceite a primeira informação como verdadeira. O jornalista tem que desenvolver o seu “faro” para discernir o que é notícia e vale divulgar para o ouvinte e o que é factóide e autopromoção.

Como seria uma redação ideal, um jornalista mais novo com uma mais velho ou só novos?

A integração entre os jovens e os mais velhos é bastante saudável em uma redação. A vontade de aprender e a ousadia dos novos junto com a experiência e capacidade de discernimento dos mais velhos podem resultar em um interessante equilibro para o bom trabalho numa redação.

Que tipo de conhecimento é mais importante (para trabalhar na CBN)?

Um jornalista não pode nunca achar que sabe o suficiente. É preciso manter acesa a ânsia de saber mais, conhecer mais, experimentar mais. É fundamental gostar de ler. Quem lê tem vocabulário, e quem tem vocabulário consegue escrever um bom texto.

O que não deve mudar?

Profissionais comprometidos com a missão de informar com responsabilidade, ter humildade para reconhecer as falhas e aceitar as críticas e ter a mente aberta para as mudanças.

Luciana Peña – Repórter

Sua rotina mudou com a multimídia?

Sim, mudou e muito! Comecei a trabalhar com máquina de escrever e hoje é tudo pelo computador. Mas tudo ficou mais fácil. Antes, eu perdia muito tempo procurando telefones na lista telefônica, por exemplo, agora busco informações dos entrevistados na web.

Você teve que desenvolver novas habilidades para trabalhar com esse novo formato?

Tive que aprender as técnicas de informática e a trabalhar com novos programas, principalmente com os de edições.

Agora que tudo é mais rápido, ainda se persegue “o furo”?

Ainda tem “o furo”, sim, mas é difícil. Nunca se sabe quem realmente deu a notícia primeiro. O mais importante é prezar pela qualidade do que se produz.

A pauta ficou mais complexa?


Não é que ficou mais complexa. Hoje é preciso tomar decisões rápidas, ser criterioso e saber o que vale e o que não vale a pena tratar.

O jornalismo de opinião e mais analítico vai voltar?

Ele nunca deixou de existir. Ainda temos revistas e jornais que estimam isso. A CBN, por exemplo, sempre busca isso nas entrevistas e com participações de especialistas nos assuntos abordados.

Carina Bernardino – Produtora

A produção é feita na mesma velocidade de antes?

Eu diria que não. Assim, como o avanço das multimídias, o trabalho também teve sua evolução. As tarefas triplicaram, pois além de utilizarmos todas as mídias, temos ainda que manuseá-las com certo diferencial, com criatividade. No meu caso, quando digito uma matéria, eu já tenho que pensar em um título atrativo que também será divulgado no twitter, e ainda prestar atenção na programação da rede (Sistema Globo de Rádio/ CBN São Paulo), enquanto ouço e transcrevo a entrada do repórter ao vivo para postar no site e atendo as mensagens dos ouvintes pelo twitter, celular (SMS), pelo telefone e faço a ronda pelo outros sites.

Existe pressão para fazer mais coisas além do que já se fazia?

Eu costumo dizer que a pressão é própria e única do profissional. Ninguém gosta de ser o último a dominar ou utilizar uma nova tecnologia. É claro que com o surgimento das novas mídias aumenta também a cobrança por resultados. Mas, elas não são diretas da chefia, mas do compromisso que a pessoa assume com a atividade que desempenha. As mídias se tornam aliadas de quem quer desenvolver um bom trabalho e, consequentemente, de quem quer evoluir e crescer com elas.

O que se pode aprender com a antiga geração? E o contrário?

De que o aperfeiçoamento é necessário e que os valores são únicos. Já os mais velhos aprendem a se “restaurar” diariamente, senão ficam para trás.

MultiTV

Galera,
como trabalho da Juliana Fontanella, eu e a Nayara entrevistamos o pessoal da MultiTv Maringá.
Estou colocando abaixo as entrevistas na ítegra do editor e produtor, Edson Tarram e do repórter e apresentador, Giuliano Biondi.



Edson Tarram - Editor e Produtor

1- Qual o perfil do apresentador de televisão que se espera nos próximos cinco anos?

Penso que não só na profissão de apresentador como em tudo, o perfil será cada vez mais de uma pessoa sintetizada, polivalente e extremamente relacional, hoje o que as empresa não buscam; são pessoas problemas.


2- Em um ambiente de trabalho, qual o ideal... Um jornalista mais velho, junto com outros mais novos? Ou somente os recém-formados? Que tipo de conhecimento você considera importante que um funcionário da sua equipe tenha? O que não deve mudar nos pensamentos e no dia-a-dia de um jornalista?

A experiência ou o capital intelectual é o fundamental dentro de uma empresa, os novos precisam adquirir experiência e essas pessoas tem que estarem lá para passarem isso. O que precisa é ter funcionários experientes, comprometidos, proativos para lidarem com a transição dos que chegam.. Na verdade ter conhecimento um pouco sobre tudo é muito importante, mostra que você esta vivendo o momento, mas especificamente o que eu penso que seja importante, além do básico que é adquirido dentro de uma instituição de ensino para desenvolver a profissão, é comprometimento, determinação e boa vontade. Acredito que um jornalista deva defender sempre a bandeira ética e seja consciente de seu papel na consolidação da democracia e preservação dos direitos sejam eles constitucionais ou morais.

3- Com a multimídia, a tecnologia, cada vez mais avançadas, sua rotina de trabalho mudou? Você teve que desenvolver novas habilidades?

Sim. a mudança houve e foi para melhor, penso que com o advento da T.I. quadriplicando a velocidade da informação as habilidades tiveram que serem revistas e muitas serem readaptadas. Uma das habilidades que eu acho que veio com essa nova forma foi a velocidade de receber e processar essa quantidade de informação, o que é relevante ou não no momento.

4- As pautas atuais são mais complexas do que as produzidas há dez anos?

As pautas continuam as mesmas, o que mudou foi a forma de abordagem e a linguagem com qual você transmite as informações.

5- Você acredita que o jornalismo de opinião vai voltar a ser tendência como já foi um dia?

Acredito que vai voltar sim, aliás acho que continua ainda sendo, quantos blogs e páginas de internet de jornalistas e tantos outros profissionais que difundem idéias e conceitos existem atualmente? com o advento da internet que coloca o mundo dentro da sua casa e você em contato com o mundo, perceba que nunca tantas opiniões entraram dentro da sua casa... acho que passamos por uma verdadeira transformação ideológica e conceitual na nossa sociedade.. só que não paramos para perceber isso.


Giuliano Biondi - Repórter e Apresentador

1 - Com a mudança nos multimídias, na tecnologia, você tem produzido mais?

As multimídias e as tecnologias sempre nos ajudam a produzir mais, pois você encontra coisas importantes e sempre complementam o trabalho em qualquer circunstância. Mas temos que ter um pouco de senso para não ficar só utilizando essas novas formas, pois podemos dar uma bola fora e assim prejudicar o trabalho de tempos.

2 - Você acredita que é preciso estar sempre se atualizando para não deixar a desejar nas suas produções?

Com certeza, atualizar é mais que obrigação no mundo de hoje, principalmente para quem trabalha com meios de comunicação, se você fica sempre na mesma você vai se tornar mais um no meio, e assim acaba ficando para traz. Hoje ainda existe pessoas que gostam de dizer a famosa frase “ no meu tempo se fazia assim”, bem em algumas situações ajuda, mas nem sempre, então atualizar-se é muito importante em todas as áreas e principalmente para a nossa vida, não podemos ficar para traz, e assim sempre estaremos interados. É difícil saber de tudo, mas pelo menos um pouco mais do básico já ajuda e muito.

3 - Acredita que seu conhecimento é suficiente? Ou que pode aprender mais com as novas gerações?

Bem eu sou novo ainda, tenho 25 anos e acabei de me formar, mas acredito que conhecimento nunca é de mais, e sim é essencial para aprimorarmos, e acredito que sempre vamos aprender com novas gerações, pois sempre a cuca fresca ajuda a ver coisas que não conseguimos enxergar às vezes.

4 - Na sua opinião é possível aprender com os mais velhos, que já estão no mercado a mais tempo?

Com certeza, a experiência ajuda demais, pois nunca sabemos de tudo, e assim podemos corrigir erros que cometemos, e os mais experientes e não mais velhos, sempre enxergam as coisas de uma forma mais correta do que achamos q esteja. O que pode atrapalhar são os vícios de pessoas mais experientes que podem tratar certas coisa como insubstituíveis, ou como verdades absolutas, daí vem a nosso discernimento de colocar nosso conhecimento e mesmo que seja pouca, mas nossa experiência.

Depois da apresentação eu coloco o fanzine aqui também.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Modelo - Jornal Informação Zona 7

Modelo de jornal criado por Diego Fernandes, Francisco Júnior, Letícia Nogarolli e Luiz Henrique Alves.


Jornal Faculdades Maringá